William Fernandes

“Às Vezes acho que estou bêbado, mas nem estou.”


“Autorizei inserir aqui um pouco da minha vida pessoal e alguns pensamentos próprios (em verde), porque existem aqueles que gostam de saber o que pensa o autor e também para compor o grupo dos que se manifestam (mostrando a cara) contra as opressões, violência, dogmas e populismo, que tanto mal tem causado à humanidade e, em especial, ao Brasil. O texto da página de abertura do site, bem como o dessa página (em negro) são da jornalista e amiga Angelika Schmidt”


“Levar os outros muito a sério é um perigo. Se levar muito à sério é fatal.”

Com a chegada das tecnologias de rede acreditávamos que o mundo evoluiria. Mas não foi o que aconteceu. O mundo só aprendeu a se expor na rede e a digitar no celular, fingindo que te ouve. Ficou mais vaidoso e desatento.

Uma Vida Privada

William Fernandes tem uma vida reservada , fora das redes e dos encontros sociais. Mora com seu companheiro, com quem é casado há 12 anos, num sítio distante no interior da Saxônia, Alemanha.

Vocação ao Hedonismo

Sabe que o que importa na vida são os amigos, as pessoas que amamos e ser uma pessoa boa; mas se não der para ser amigo, amável e bom com vinho e cachorro, ele fica só com o vinho e os cachorros, mesmo.

“Até os anos 90, ser visto em público segurando uma câmera, fazendo uma foto de si mesmo, era algo triste e patético. Depois dos anos 90, isso deixou de ser triste. “

(Esq.) Ulisses Lopes, Roberto Lopes, Luís Ricardo, William Fernandes e King.

Carrinho de Rolimã

Nasceu no Brasil, em São Paulo, no bairro do Capão Redondo. Ali, ao lado do irmão, Luís Ricardo, aprendeu tudo sobre pipas, bolinha de gude, carrinhos de rolimã, gangues de bicicleta, a ser fiel aos amigos e a trair, sem dó, os inimigos.

A Música

Foi educado no Instituto Adventista de Ensino; ali aprendeu a tocar piano, a encontrar o caminho da Escola Municipal de Música de São Paulo, aprendeu tudo sobre a bíblia, adventismo e o cristianismo, o que o fez tomar uma decisão espiritual aos 12 anos: permanecer ateu.

“Formatura” do pré-primário. Recebendo o diploma da professora Elisabete.

“Quanto mais convicções, mais chances de sair ofendido de um encontro super divertido.”

Pais Artistas

Luiz Fernandes, investigador de polícia que, nas horas vagas, gravava a própria voz num gravador Aiko, lendo poesias.

Dona Zenaide, mãe amorosa, mas controladora e imparcial, adorava festas, compor músicas com o irmão Zenildo, que tocava violão, adorava literatura, decorar a casa e jardinagem.

O que é que a Bahia Tem?

O casal se divorciou, num tempo em que divórcio era tabu como o aborto é hoje. Casou com Sr. João Batista, um baiano da melhor safra , que ajudou a restituir os valores familiares que quase se perderam com a separação, e com quem ficou até ela falecer em 2012.

Uma perda não recuperada, foi Dona Zenaide ter se desesperado na época do divórcio e entrado para o adventismo. Mesmo assim, nunca perdeu o talento artístico (veja a imagem de um quadro seu) e a saborear um vinho.

“Sou ateu pois, por mais emocionados sejam os testemunhos, não há nenhuma evidência da existência de deuses. Os deuses morrem quando acabam seus adoradores.”

Numa paragem no Deserto do Negev, próximo ao Mar Morto em 1992.

A Felicidade está num cartão postal

Essa mazela fez com que cruzasse o mundo. Saiu atrás da felicidade , e ao longo de sete anos ficou mochilando pela Turquia, Israel, Grécia, Índia, Jordânia e África. A felicidade não estava lá, porque não está em nenhum lugar. Todos os problemas o seguiram, mas se divertiu muito, além de ter tido experiências raras que vêm permeando suas criações.

Filmes e Livros

A paixão pelo cinema e literatura o levaram a colecionar filmes e livros. Hábito antigo. Quando pré-adolescente aceitava desafios do seu grande amigo Humberto Raimundo de Souza, sobre quem leria mais livros em um mês e depois contaria a história de cada livro para o outro. O Cinema já estava na cabeça: nas imagens criadas pelo diretor/leitor de cada livro.

Apreciador e usuário de tecnologias de ponta, não encontrou ainda o que substitua o prazer de ler um livro físico no jardim; contemplar os filmes numa estante, tal qual uma adega, e escolher a raridade que deseja assistir.

“O Gabinete do Dr. Caligari”. (Das Cabinet des Dr. Caligari) Alemanha, 1920

“Viajando o mundo notei que a inglezação do idioma é um fenômeno que acontece em países miseráveis, e entre as pessoas mais chatinhas desses países.”

Yanik. “O melhor cão do mundo

Setter Irlandês

Paixão por vinhos, cinema e literatura só é superada pelo amor que tem pelos animais. Se pudesse, teria todos em casa, mas como não pode, têm o que considera a melhor raça de cão do mundo: o Setter irlandês.

Jardim, Arte, Cachorro e Vinho .

São as quatro palavras que sintetizam, ao mesmo tempo, o caráter, os vícios, o sentido da vida e que tipo de festa você sabe que não deve convidá-lo.

Vem conquistando muitos amigos ao longo de centenas de produções e aventuras, muitos inimigos também, mas, parafraseando Bette Davis, sobre inimigos, “..todos me serviram muito bem“.

Pessimista com o futuro do mundo, entende que a vida não faz o menor sentido; cabe a nós, individualmente, dar sentido particular a esse universo indiferente a nossa existência. Ele dá sentido semeando: livros, música, espetáculos, plantas, dúvidas, alimentos…

“Falar com franqueza é uma boa forma de iniciar uma amizade e também para acabar com ela.”

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